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| Ana Johnson |
e já nem o sol e nem os sinos dobram,
apenas porque não ouço
[ e nem distingo]
as destras dúvidas
que me pairam, qual fumaça,
na janela insolente
sobre o rio
que me tem a bombordo
de onde me leio
cuidadosamente
e me zarpo para mais além,
para onde ensaio meditações impossíveis.

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